sábado, 11 de setembro de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Teologia da prosperidade: porque a odeio tanto?
Por Leonardo Gonçalves
Desde que comecei a minha militância cristã, tenho tido muitos choques com alguns adeptos da teologia da prosperidade. Com a promessa de riquezas, carros mansões e de uma saúde de ferro, os pastores adeptos desse movimento iludem os “fiéis” manipulando-os ao seu bel prazer.
É muito interessante notar que nos círculos da heresia da prosperidade, a benção do crente sempre está relacionada a algum tipo de sacrifício financeiro: o famoso “toma lá, dá cá”. Deus, nesse sistema teológico mercantil, é uma espécie de banco de crédito: Você dá o dinheiro pra ele, para depois receber o investimento de volta com juros e correção.
Muitos adeptos dessa teologia são telepastores e tele-evangelistas que vivem pedindo dinheiro para manter um programa no ar. O programa deles está sempre fechando as portas por falta de patrocínio, mas a verdade é que esses programas levam anos no ar e nunca fecham. Seria um milagre? Sim, talvez o milagre da multiplicação de marionetes, de novos parceiros-fiéis, socios-contribuintes do Show (da exploração) da Fé.
Acho que o que esses telepastores precisam, além de um bom óleo de peroba para passar na cara, é de uma aula de cristianismo bíblico. Se esses homens lessem a Bíblia, saberiam que Jesus nasceu num estábulo emprestado, proferiu suas pregações num barco emprestado, montou num jumento emprestado, recolheu o que sobrou dos pães e peixes num cesto emprestado e foi sepultado em um túmulo emprestado. Só a cruz era dele.
Pedro e João, quando subiam ao templo para orar foram interpelados por um mendigo coxo que pedia esmolas. Pedro disse àquele coxo: “não tenho ouro nem prata”. Creio que naquele dia o mendigo era mais próspero financeiramente do que Pedro, pois é possível que ele estivesse esmolando ali há algum tempo (o que lhe teria rendido algumas moedas). Contudo, Pedro e João tinham algo que aquele mendigo coxo não possuia: “Mas o que tenho, isso te dou...”
Cada vez que leio a narrativa de Atos dos Apóstolos, fico ainda mais revoltado com o que os modernos pastores estão fazendo com o cristianismo. Nos tempos do cristianismo primitivo, ser pastor significava tornar-se alvo. Eles eram os primeiros a morrer em tempos de crise e perseguição. Hoje é diferente: ser pastor significa ter status. E os crentes? Estes eram humilhados, aprisionados e açoitados, lançados às feras; outros eram queimados vivos na ponta de uma estaca para iluminar os jardins do imperador. Vejo isso e me pergunto onde está a prosperidade desses homens? Onde está a promessa de riqueza na vida deles? Será que eles não eram crentes? Sim, o eram. E em maior proporção que muitos de nós, que em meio à comodidade e ao luxo nos esquecemos de incluir Deus na nossa agenda diária.
E não é só na igreja primitiva que encontramos esses exemplos não: e o que dizer dos crentes de aldeias paupérrimas da África, que padecem das coisas mais necessárias e comuns? Crentes que fazem uma só refeição por dia e ainda agradecem a Deus pelo pouco que têm. Será que eles são amaldiçoados? Será que a promessa de prosperidade não se estende a eles? Quanta hipocrisia!
Quando ouço falar de pastores presidentes que ganham 100 salários mínimos e de telepastores cuja renda mensal ultrapassa a cifra dos milhoes de reais, ou ainda de salafrários que constroem mansões de mármore importado em Campos do Jordão, meu coração entristece ao ver o quanto nos distanciamos daquele cristianismo bíblico, saudável, puro e simples, que não promete riquezas na terra, mas garante um tesouro no céu.
Definitivamente, não posso compactuar com essa corja de ladrões, vendilhões do templo e comerciantes da fé. Não posso concordar com essa doutrina diabólica e anticristã que transforma o evangelho em uma empresa religiosa, em uma sociedade onde o distintivo do crente não é o amor, mas a folha de pagamento do “fiel”. Não consigo deixar de odiar esse sistema porco, imundo, onde o nome de Jesus é usado para ludibriar os ingênuos. Também não posso deixar de desmascarar esses falsos mestres, discípulos de Balaão, que por causa da paixão pelo vil metal vão além dos limites bíblicos e profetizam o que Deus não mandou. Minha alma é protestante, e por isso não posso calar. Sei também que há exceções, e que há muitos pastores que são sérios e não mercadejam a fé, mas acaso não são as exceções a confirmação de uma regra?
Desde que comecei a minha militância cristã, tenho tido muitos choques com alguns adeptos da teologia da prosperidade. Com a promessa de riquezas, carros mansões e de uma saúde de ferro, os pastores adeptos desse movimento iludem os “fiéis” manipulando-os ao seu bel prazer.
É muito interessante notar que nos círculos da heresia da prosperidade, a benção do crente sempre está relacionada a algum tipo de sacrifício financeiro: o famoso “toma lá, dá cá”. Deus, nesse sistema teológico mercantil, é uma espécie de banco de crédito: Você dá o dinheiro pra ele, para depois receber o investimento de volta com juros e correção.
Muitos adeptos dessa teologia são telepastores e tele-evangelistas que vivem pedindo dinheiro para manter um programa no ar. O programa deles está sempre fechando as portas por falta de patrocínio, mas a verdade é que esses programas levam anos no ar e nunca fecham. Seria um milagre? Sim, talvez o milagre da multiplicação de marionetes, de novos parceiros-fiéis, socios-contribuintes do Show (da exploração) da Fé.
Acho que o que esses telepastores precisam, além de um bom óleo de peroba para passar na cara, é de uma aula de cristianismo bíblico. Se esses homens lessem a Bíblia, saberiam que Jesus nasceu num estábulo emprestado, proferiu suas pregações num barco emprestado, montou num jumento emprestado, recolheu o que sobrou dos pães e peixes num cesto emprestado e foi sepultado em um túmulo emprestado. Só a cruz era dele.
Pedro e João, quando subiam ao templo para orar foram interpelados por um mendigo coxo que pedia esmolas. Pedro disse àquele coxo: “não tenho ouro nem prata”. Creio que naquele dia o mendigo era mais próspero financeiramente do que Pedro, pois é possível que ele estivesse esmolando ali há algum tempo (o que lhe teria rendido algumas moedas). Contudo, Pedro e João tinham algo que aquele mendigo coxo não possuia: “Mas o que tenho, isso te dou...”
Cada vez que leio a narrativa de Atos dos Apóstolos, fico ainda mais revoltado com o que os modernos pastores estão fazendo com o cristianismo. Nos tempos do cristianismo primitivo, ser pastor significava tornar-se alvo. Eles eram os primeiros a morrer em tempos de crise e perseguição. Hoje é diferente: ser pastor significa ter status. E os crentes? Estes eram humilhados, aprisionados e açoitados, lançados às feras; outros eram queimados vivos na ponta de uma estaca para iluminar os jardins do imperador. Vejo isso e me pergunto onde está a prosperidade desses homens? Onde está a promessa de riqueza na vida deles? Será que eles não eram crentes? Sim, o eram. E em maior proporção que muitos de nós, que em meio à comodidade e ao luxo nos esquecemos de incluir Deus na nossa agenda diária.
E não é só na igreja primitiva que encontramos esses exemplos não: e o que dizer dos crentes de aldeias paupérrimas da África, que padecem das coisas mais necessárias e comuns? Crentes que fazem uma só refeição por dia e ainda agradecem a Deus pelo pouco que têm. Será que eles são amaldiçoados? Será que a promessa de prosperidade não se estende a eles? Quanta hipocrisia!
Quando ouço falar de pastores presidentes que ganham 100 salários mínimos e de telepastores cuja renda mensal ultrapassa a cifra dos milhoes de reais, ou ainda de salafrários que constroem mansões de mármore importado em Campos do Jordão, meu coração entristece ao ver o quanto nos distanciamos daquele cristianismo bíblico, saudável, puro e simples, que não promete riquezas na terra, mas garante um tesouro no céu.
Definitivamente, não posso compactuar com essa corja de ladrões, vendilhões do templo e comerciantes da fé. Não posso concordar com essa doutrina diabólica e anticristã que transforma o evangelho em uma empresa religiosa, em uma sociedade onde o distintivo do crente não é o amor, mas a folha de pagamento do “fiel”. Não consigo deixar de odiar esse sistema porco, imundo, onde o nome de Jesus é usado para ludibriar os ingênuos. Também não posso deixar de desmascarar esses falsos mestres, discípulos de Balaão, que por causa da paixão pelo vil metal vão além dos limites bíblicos e profetizam o que Deus não mandou. Minha alma é protestante, e por isso não posso calar. Sei também que há exceções, e que há muitos pastores que são sérios e não mercadejam a fé, mas acaso não são as exceções a confirmação de uma regra?
domingo, 28 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Calem-se...pregadores da prosperidade
Como se não bastasse redefinir a fé como uma força, endeusar o homem e atacar a expiação de Cristo sobre a cruz, o movimento da Fé também conhecido como Neopentecostalismo, transformou o Evangelho da graça num evangelho da ganância.
Jesus nos advertiu: "Acautelai-vos e guardai-vos da avareza, porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui" (Lc 12.15). A ordem do Mestre continua sendo a mesma: "Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça.". (MT 6.33)
Como as palavras de Cristo diferem da mensagem dos mestres da Fé. Essa gente vive, incansavelmente, perseguindo a idéia de que a prosperidade material faz parte dos direitos divinos de cada crente. Esse tipo de "cristianismo" é pouco mais que uma forma de ganância, porém rebatizada e revestida duma fina camada de verniz "cristão". Como resultado dessas pregações temos uma fé egoísta e individualista.
Cristãos estão sendo transformados em função da nossa cultura e não por Cristo. A busca pelo reino de Deus e sua justiça tem sido substituída pela busca de nosso próprio reino e tudo quanto pudermos pôr as mãos. Os pregadores da prosperidade estão tão decidios a apresentar um Jesus que usa relógio Rolex que fazem qualquer coisa para vender esse mito a seus congregados. Gostam de apresentar um Jesus rico e com muitos recursos financeiros.
A verdade é que Cristo não veio nos trazer prosperidade financeira, mas redirecionar nossa atenção para valores eternos. Até mesmo agora as palavras do Mestre tinem com sua autoridade divina: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem.. (Mt 6.19,20). Certa vez Tiago (irmão de Jesus) afirmou: "As vossas riquezas estão apodrecidas.. O vosso ouro e a vossa prata se enferrujaram...Entesourastes para os últimos dias (Tg 5.2,3).
A Bíblia está repleta de exemplos que declaram a pobreza dos ensinos do movimendo da Fé tanto as riquezas, como em relação às necessidades. Os mestres da Fé de nossos dias não têm ajustado seus ensinos às antigas Escrituras. Pelo contrário, têm conformado a si próprios.
A Palavra de Deus nos recomenda a não nos moldar aos padrões deste mundo, mas sermos transformados mediante a renovação da mente, Somente então seremos capazes de experimentar qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12.2).
Não há como negar que os pregadores da prosperidade ensinam um estilo de vida assinalado pela auto-indulgência e pelo egoísmo, em oposição a um estilo de vida abnegado e altruísta. A diferença entre servir ao próprio "eu" e servir ao Salvador é a diferença entre a conformidade cultural e a conformidade com Cristo. Jesus manifestou-se melhor sobre isso quando disse: "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo ... (Lc 9.23)
Uma cruz não pode rodar tão bem quanto uma BMW, mas no fim o levará muito mais longe.
Jesus nos advertiu: "Acautelai-vos e guardai-vos da avareza, porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui" (Lc 12.15). A ordem do Mestre continua sendo a mesma: "Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça.". (MT 6.33)
Como as palavras de Cristo diferem da mensagem dos mestres da Fé. Essa gente vive, incansavelmente, perseguindo a idéia de que a prosperidade material faz parte dos direitos divinos de cada crente. Esse tipo de "cristianismo" é pouco mais que uma forma de ganância, porém rebatizada e revestida duma fina camada de verniz "cristão". Como resultado dessas pregações temos uma fé egoísta e individualista.
Cristãos estão sendo transformados em função da nossa cultura e não por Cristo. A busca pelo reino de Deus e sua justiça tem sido substituída pela busca de nosso próprio reino e tudo quanto pudermos pôr as mãos. Os pregadores da prosperidade estão tão decidios a apresentar um Jesus que usa relógio Rolex que fazem qualquer coisa para vender esse mito a seus congregados. Gostam de apresentar um Jesus rico e com muitos recursos financeiros.
A verdade é que Cristo não veio nos trazer prosperidade financeira, mas redirecionar nossa atenção para valores eternos. Até mesmo agora as palavras do Mestre tinem com sua autoridade divina: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem.. (Mt 6.19,20). Certa vez Tiago (irmão de Jesus) afirmou: "As vossas riquezas estão apodrecidas.. O vosso ouro e a vossa prata se enferrujaram...Entesourastes para os últimos dias (Tg 5.2,3).
A Bíblia está repleta de exemplos que declaram a pobreza dos ensinos do movimendo da Fé tanto as riquezas, como em relação às necessidades. Os mestres da Fé de nossos dias não têm ajustado seus ensinos às antigas Escrituras. Pelo contrário, têm conformado a si próprios.
A Palavra de Deus nos recomenda a não nos moldar aos padrões deste mundo, mas sermos transformados mediante a renovação da mente, Somente então seremos capazes de experimentar qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12.2).
Não há como negar que os pregadores da prosperidade ensinam um estilo de vida assinalado pela auto-indulgência e pelo egoísmo, em oposição a um estilo de vida abnegado e altruísta. A diferença entre servir ao próprio "eu" e servir ao Salvador é a diferença entre a conformidade cultural e a conformidade com Cristo. Jesus manifestou-se melhor sobre isso quando disse: "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo ... (Lc 9.23)
Uma cruz não pode rodar tão bem quanto uma BMW, mas no fim o levará muito mais longe.
Pr Elder Cunha
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
A morte da pregação:Pregação ou Palestra motivacional
E segue o enterro da pregação, sem pompa nem circunstancia, mas já acharam substitutos: as palestras motivacionais, que infestam os pulpitos com promessas vazias de vitórias e conquistas, feito tirinhas de horóscopo nos jornais....papagaios de realejo de terno e gravata, toalhinha, voz esganiçada e cara-de-pau...banquinha de cd e apostila na porta, conta gorda e anel de doutor..."livrin chupinhado", frases "de(e)feito", mulher que canta e ar de intelectual...multidões fascinadas, encantadas e enganadas...bíblias customizadas, agendas cheias e festividade todo fim de semana...rajadas, barulho, e efeito de voz...Martinho Lutero, Spurgeon e cia., são chamados para dar aval e como não podem dizer "não" são trazidos à força...a Bíblia é citada ou lida por pretexto...no final de tudo uma chamada, um apêlo e uma oração e podem descer o caixão...
Autor Francisco Jr.
Fonte: [ Adoração e Pregação ]
Autor Francisco Jr.
Fonte: [ Adoração e Pregação ]
sábado, 6 de fevereiro de 2010
PROMESSAS QUE DEUS NUNCA FEZ
A.C. Costa
Pastor Antonio Carlos, ao ligar a televisão e ver pastores da teologia da prosperidade pregando me deixa escandalizada. Ela pode ser considerada uma heresia?
A pregação da prosperidade segue a lógica do mercado: oferecer o produto mais atraente possível para o mercado consumidor de religião. Descaracteriza-se quase que por completo o evangelho, a fim de que seja removido do conteúdo da mensagem o que pode impedir pessoas de frequentarem igreja. Isso é falta de fé. Observe que esses homens dizem que pela fé o crente pode ser curado de todas suas enfermidades e tornar-se rico; ao mesmo tempo, contudo, revelam falta de fé no poder de um evangelho que não se deixa corromper para agradar o homem.
A teologia da prosperidade não nos prepara para a vida. A vida é dura, curta e incerta. Em todas as igrejas há casos de crentes sinceros que estão passando por provas bastante duras. Glorificando a Deus através da manutenção do ser apesar de todas as perdas do ter. Gente que segue a Deus não pelo que vê, cuja fé embora não os tenha ajudado a ver milagres, os tem ajudado a viver sem eles.
Fonte: Genizah
A pregação da prosperidade segue a lógica do mercado: oferecer o produto mais atraente possível para o mercado consumidor de religião. Descaracteriza-se quase que por completo o evangelho, a fim de que seja removido do conteúdo da mensagem o que pode impedir pessoas de frequentarem igreja. Isso é falta de fé. Observe que esses homens dizem que pela fé o crente pode ser curado de todas suas enfermidades e tornar-se rico; ao mesmo tempo, contudo, revelam falta de fé no poder de um evangelho que não se deixa corromper para agradar o homem.
A teologia da prosperidade não nos prepara para a vida. A vida é dura, curta e incerta. Em todas as igrejas há casos de crentes sinceros que estão passando por provas bastante duras. Glorificando a Deus através da manutenção do ser apesar de todas as perdas do ter. Gente que segue a Deus não pelo que vê, cuja fé embora não os tenha ajudado a ver milagres, os tem ajudado a viver sem eles.
Fonte: Genizah
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